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Hay que endurecerce pero sin perder la ternura jamás, por Adrovando Cavalcante

أرسلت بواسطة Monique Gomes في terça-feira, 29 junho 20102 تعليقات

Há 82 anos nascia, na cidade de Rosário, Argentina, Ernesto Guevara Lynch, o primeiro de cinco filhos. De pais católicos, conheceu um ambiente de esquerda através de sua mãe por organizar reuniões com mulheres politizadas.I

Desde pequeno sofria de ataques de asma e por essa razão se fez necessário a mudança para as serras de Córdoba onde ali conheceu as favelas  e a discriminação comum da classe média. De uma família de posses, cultivou o amor pelos  menos favorecidos  e por isso já incomodava a classe dominante.I

Estudou  quase todo o fundamental  em casa  cercado por mais de 3000 obras da biblioteca particular instalada em um quarto e logo na adolescência  se familiarizou com  Marx, Engels e Lenin.I

Chega a Faculdade de medicina  em 1947 movido pela doença que o consumia e a lepra que desenvolveu em si  um especial  interesse.I

Em uma moto Norton  fez sua primeira jornada pela America do Sul  acompanhado de seu amigo Alberto Granado, percorrendo 10.000km, analisando  com um olho critico e pensamento profundo  as mazelas daquele povo esquecido, originando daí um diário que lhe acompanhou até à morte.I

Foi no Peru,  ao trabalhar com leprosos, que resolveu  se tornar um especialista na doença. Se identifica   com a luta dos camponeses  por uma vida melhor  após  ver  de perto  a pobreza e a injustiça  social . Voltou à Argentina onde completou seus estudos em medicina. Logo  mais tarde  foi convocado ao serviço militar  e muito ressentido com o regime peronista  dramatiza sua própria dispensa  com um ataque de asma.I

Em 1953 já está  na política e viaja para  Bolívia e depois para Guatemala onde conhece sua esposa  que lhe apresenta a Raul Castro no México. Logo depois de ser expulso, começa a treinar  táticas de guerrilhas e em 56  se refugia em Sierra Maestra de onde comanda o exercito rebelde   na bem sucedida  guerrilha que derrubou o governo de Fulgêncio Batista em 1959 em Cuba.I

Tornou-se o segundo homem  mais poderoso de Cuba e acreditava que poderia transformar o mundo numa  sociedade comunista. Amargou, depois disso, varias derrotas, principalmente  em sua pátria.I

A sua última viagem foi à Bolivia  quando sem  barba e boina se fez passar por um economista , em 1966. Seu plano era treinar camponeses para  lutar  contra o regime e a ele se juntaram vários guerrilheiros  provindos de Cuba, Peru,Argentina e Bolívia. Sem sucesso nessa nova empreitada, foi capturado  e morto em 9 de outubro de 67 ao 39 anos.I

Che, como era conhecido, ainda desperta admiração para muitos jovens, suas ideias não morreram com ele,   estão muito vivas  gozando de popularidade entre as esquerdas, quer seja na esfera  política nacional ou mesmo nas mais simples  associações de bairros.I

Por que recordar de Che? Porque ele dedicou a vida para uma causa do povo. Deixou-nos um legado de solidariedade incondicional com todos os oprimidos e de compromisso com as lutas pela libertação dos povos. Grandioso, mas humilde.I

Sua morte determinou o nascimento de um mito, de coerência política e símbolo da resistência dos países latino-americanos.I

 

 

Hay que endurecerce pero sin perder la ternura jamás, por Adrovando Tomaz Cavalcante, empresário

2 تعليقات »

  • josé Maria Fernandes said:

    É COM PRAZER QUE VEJO UM MEU EX-ALUNO DE HISTÓRIA GERAL PRODUZINDO UMA BEM ARTICULADA REDAÇÃO SOBRE UM PERSONAGEM DA HISTÓRIA ATUAL, NO CASO, eRNESTO gUEVARA. nA VERDADE,É UM DESPERDÍCIO DE TALENTO E DE TEMPO, COBRIR DE ELOGIOS UM INDIVÍDUO QUE, EM NOME DA LIBERDADE, CONDENOUEM CUBA CENTENAS DE SUPOSTOS INIMIGOS DA LIBERDADE, E EM NOME DA VIDA TIROU CENTENAS DE VIDAS, E TUDO SEM JULGAMENTO, OU ATRAVÉS DE FALKSOS JULGAMENTOS. NÃO PODEMERECER UM MÍNIMO DE RESPEITO UM “HERÓI” QUE EM PLENA DOMINAÇÃO DA SUA PÁTRIA – ARGENTINA – PELOS “GORILLAS” MILITARES, FUGIU SEGURANDO AS CALÇAS PARA OUTROS PAÍSES. DE “HEÓIS” ASSIM, LIVRAI O NOSSO BRASIL, SENHOR!!!

  • Vigevando said:

    Che Guevara tornou-se um símbolo de resistencia à ditadura e a falta de liberdade, tornou-se um mito. Como toda figura mitológica tem suas controvérsias históricas com ele também não foi diferente, como bem ressaltou a colega M. Fernandes. O que não podemos esquecer é que de fato Che foi uma figura inspiradora, um grande líder, diga-se de passagem! Líder das causas sociais.

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