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Em gestação, por Adrovando Tomaz

أرسلت بواسطة Monique Gomes في segunda-feira, 20 setembro 20102 تعليقات


Indubitavelmente após as eleições deverá nascer um novo partido consagrado no seio da insatisfação e desesperança com o governo municipal. Setores que apostavam que Ubajara teria  uma nova roupagem  na atual administração no que diz respeito ao turismo, potencial relevante de desenvolvimento e de farturas aqui em nossa região,  empresas prometidas em campanhas para geração de empregos e cidadania, se dizem preocupados com o desfecho negativo nesses seis anos de mandato.I

Conta à boca pequena que lista com nomes fundamentais já estão sendo arrolados para discussões  e formação de diretório  de um novo partido.I

O que empolga nessa empreitada é o comprometimento de jovens preocupados com o rumo  incerto  e a hereditariedade no poder preservando assim erros  e acomodando-os embaixo do tapete.I 

Pessoas influentes da sociedade que até o momento enchiam os caixas em épocas de campanhas, se dispõem a sair dos bastidores e enfrentar as forças reacionárias que se escondem atrás da situação vigente.I

Botar o bloco na rua  e ser ungido pela aprovação dos foliões ainda vai uma longa caminhada, no entanto, aposta-se em um grupo afinado  entre empresários e a juventude.I

Conspiram  vitaminar  essa nova agremiação  com palestras para jovens estudantes no intuito de reanimar  suas convicções  de amor à Pátria, reavaliar seu papel  no contexto econômico-social e principalmente  no trato das ingerências do que é público e privado.I

Adocica a lista também pessoas importante do clero e ex-prefeito com ficha limpa, nota-se que contribuição dessa natureza empolga o compromisso com a lisura e praticamente  barra oportunistas, interesseiros e políticos tradicionalmente desonestos.I

Bem, esse é o propósito e não será fácil resistir a tantos paraquedistas, por essa razão é necessário colocar as barbas de molho, pois todo mundo sabe que basta somente uma fruta podre pra contaminar as outras.I

Esse novo partido, criado nos moldes da ficha limpa  pode tonificar candidaturas que estavam guardadas a sete chaves, não por falta de vontade própria, mas por fidelidade e respeito a seus caros. O momento propício será muito relevante, pois acredita-se que candidatos perdedores que disputaram a eleição passada possa não ter disposição para enfrentar uma nova campanha por causa do fantasma da despesa que ainda ronda os bolsos e um dos pecados capitais.I

Em tempos de guerra só é preciso levantar a bandeira, pois as barricadas da situação  há muito estão de prontidão para defender o seu fácil ganha-pão. Então, meus caros leitores, jovens reféns de alguns profissionais da educação, compreendo que tem indicação, promover essa transformação não será tarefa fácil, quem sabe então, essa agremiação devolva ao povo, principalmente aos jovens o respeito, o patriotismo que há tempos estão devendo a essa cidade que de “bela por natureza” só se encontra no hino.I

 


Em Gestação, por Adrovando Tomaz Cavalcante,empresário

2 تعليقات »

  • dedo na ferida said:

    Não vote!
    Uma pesquisa* e uma pergunta inusitada desnudaram a política. A pergunta “Você votaria se o voto não fosse obrigatório?” dividiu os eleitores do país: 49% responderam não e 48% disseram sim. Ou seja, de um total de 126 milhões de eleitores (as), mais de 61 milhões, quase a metade, não compareceriam às urnas. A pesquisa, infelizmente, não trouxe as causas de tamanha desmotivação. Mas os números não deixam dúvidas. Expressam um desapontamento generalizado com a política. Indicam que o mapa da mina trilhado pelos políticos minou a confianças dos (as) brasileiros (as). Provocaram uma pergunta inesperada, cuja resposta abala a mesmice reinante: será que a política está no fim? Para tentar evitar a propagação desta pergunta e conter sua resposta, o povo está sendo submetido a uma pesada e sofisticada campanha publicitária. O objetivo é interiorizar na nossa mente que só existe uma única e exclusiva maneira de enfrentar a crise oriunda dos limites do sistema produtor de mercadorias: é participar da política e continuar votando.
    Por causa disso, não importa se você vota em candidatos (as) para todos ou parte dos vários cargos ofertados. Se você vota neste ou naquele partido, se vota em branco ou nulo. O fundamental é votar, é participar. Com isso, procura-se evitar a formulação de uma alternativa que supere o capitalismo e o socialismo. No entanto, a insistente chamada para esta participação e a censura à pergunta e resposta sobre a falta de perspectiva da política trazem consigo uma outra questão. Uma fraude gravíssima. Um abuso desmedido e enfiado goela abaixo do (a) eleitor (a). Uma imposição que desfaz da nossa inteligência, zomba da revolta ainda contida, especula de forma monótona sobre a monotonia da nossa vida. Mas, do que se trata? Tenta-se criar uma situação para eleger, pelo próprio povo e “democraticamente” quem a mídia e os partidos bem entenderem.
    Portanto, chegou a hora de não votar. Afinal, o processo está viciado. A mídia faz do expectador o que bem quer. Corrupto virou ético. Anormal virou normal. Fazer política “é botar a mão na merda”. Partido e voto viraram mercadorias. O emprego desaparece. A exclusão cresce. Discriminação, terror, violência, guerra e narcotráfico se espalham. A barbárie toma conta do planeta. O serviço público virou calamidade. A natureza está sendo destruída. O estado democrático virou um mero administrador da crise. A política está impotente diante disto. Está no fim. Então, para que votar? Será que não está na hora de nos rebelarmos? Não estamos surpresos (as) com o fim da política. Muito pelo contrário, fomos capazes de dimensioná-lo e alertamos que os impasses da política não seriam passageiros, pois o fundamento da produção capitalista (o valor) tinha esbarrado nos seus limites. Como a política é subordinada à economia, com a sua crise vem a crise da política. Agora, alertamos novamente. Vamos dar adeus às ilusões! Essa crise não vai ser revertida pela política. Nem através dela se realizará qualquer transformação social. A política nos mantém como expectadores diante da destruição da humanidade e do planeta. Vamos dar asas à nossa inteligência, á nossa imaginação e transcender o sistema atual. Vamos construir um novo movimento social para superar a crise e construir uma nova relação social. Um movimento que contenha não só uma crítica teórica radical, mas também uma atividade prática radical. Vamos romper com a sujeição à política, aos políticos (as) e seus partidos. Vamos criar as condições para decidirmos a nossa própria vida. Vamos superar todas as categorias fundantes do sistema produtor de mercadorias! É chegado o momento de realizarmos, com nossas mãos, corações e mentes, a ruptura com a política e sua sociedade do espetáculo e construirmos a sociedade da mancipação humana.

  • INFORMATIVO said:

    KD, POR ONDE ANDA ESSE NOVO PARTIDO? POIS ATÉ AGORA O QUE SE SABE DE DEFINITIVO É QUE O RICÃO DA CIDADE, QUE MORA LÁ NO FIM DO BRASIL, VAI INDICAR SEU FILHO COMO CANDIDATO A PREFEITO DE UBAJARA COM O ZEZINHO SENDO SEU VICE

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