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São Benedito está na lista de cidades que receberão um cinema

أرسلت بواسطة في segunda-feira, 4 agosto 2014لا تعليقات

imageA notícia foi recebida com animação: a partir de 2015, o Ceará recebe 16 novas salas de cinema, em municípios que ainda não contam com esse tipo de equipamento. Divulgada no início de julho, a decisão é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (Secult) e a Agência Nacional de Cinema.

No total, a ação envolve recursos no valor de R$ 2,5 milhões, oriundos dos cofres federal e estadual. Serão oito complexos, cada um com duas salas de cinemas (uma com 100 e outra com 200 lugares), nas cidades de Itapipoca, Crato, Tauá, Canindé, Crateús, Aracati, São Benedito e Iguatu. A construção será executada pela Secult.

A ação faz parte do programa federal Brasil de Todas as Telas, lançado no começo do mês passado pela presidenta Dilma Rousseff. Segundo o governo, trata-se da maior iniciativa de desenvolvimento do setor audiovisual do Brasil, pelo volume de recursos, de R$ 1,2 bilhão, destinados a ações de fomento de produção, capacitação profissional e implantação de novas salas de cinema.

Segundo anunciado em matérias anteriores pelo diretor-presidente da Ancine, Manoel Rangel, parte desse valor destina-se ao programa Cinema Perto de Você, instituído pela Lei 12.599/2012, com o objetivo de ampliar o mercado interno de cinema e acelerar a implantação de salas em no País.

O programa é gerenciado pela Ancine em parceria com o BNDES e a Caixa Econômica Federal. Segundo informações no site da Ancine, a ideia é facilitar o acesso da população – especialmente aquela inserida na chamada nova classe C – às obras audiovisuais por meio da abertura de salas em cidades de porte médio e bairros populares das grandes cidades. Para serem contempladas, as cidades devem ter entre 80 e 100 mil habitantes e não possuir salas de cinema – nem perspectiva, no prazo de dois anos, de instalação de complexos dentro ou fora de shoppings.

Perspectivas

A partir da aproximação dessas mudanças, como avaliar o cenário de exibição cinematográfica no interior do Estado?

Além de ações no âmbito de políticas públicas, a iniciativa privada também vem restaurando seu estímulo e buscando ampliar sua atuação nesse mercado – vide a inauguração recente de novos complexos de exibição cinematográfica em municípios como Sobral e Juazeiro.

Será que há demanda comercial suficiente para, a longo prazo, sustentar tal expansão? Qual a importância de um circuito minimamente consolidado de exibição cinematográfica? Como era a presença do cinema no Interior nas décadas passadas e por que ele se transformou tanto?

Adriana Martins
Repórter/ Diário do Nordeste

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